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O que promete liberdade: Sistema de vendas multinível.

Leandro Ortunes
Vivemos em um momento em que o consumo desenfreado tem moldado boa parte de nossos valores. No entanto, isso aliena boa parte da população sobre outras formas de vida que poderiam ser mais justas e sustentáveis. Antes de entrarmos no tema em questão, apresentamos uma frase pronunciada pelo o economista Victor Lebow: “Nossa economia altamente produtiva exige que façamos do consumo nosso meio de vida, que devemos converter a compra e o uso desses bens em rituais, que busquemos nossa satisfação espiritual e a satisfação do nosso ego, no consumo.” Atualmente, algumas empresas exploram este conceito através das ferramentas de marketing para incentivar o consumo e a fidelização à marca. Uma grande ferramenta que sempre renasce é o marketing multinível. Instrumento que tem criado fiéis vendedores por todo o país, através das promessas de sucesso e autonomia.
No entanto, a promessa de autonomia, não se concretiza a partir do momento em que seus representantes devem estampar a marca do produto em tudo o que lhe cerca. Algumas empresas fornecem prêmios, carros e viagens, mas já que estas empresas também não arcam com despesas trabalhistas, torna-se muito mais fácil conceder certos mimos para estimular alguns vendedores, criando uma corrida ilusória e insustentável. Infelizmente, boa parte dos que se dedicam a estas atividades não pensam no futuro, formando poupança ou um fundo de previdência, na verdade a rentabilidade algumas vezes é revertida em estoques de produtos.
Um ponto não mencionado no momento do recrutamento de consultores é sobre a saturação do mercado. Ela pode ocorrer de duas formas: A primeira se trata da saturação do mercado local, muitos produtos em posse dos clientes. A segunda é a saturação geral, pois é matematicamente impossível todos avançarem na carreira. Mas o mais interessante não é apenas a economia deste sistema, mas a doutrinação feita nos treinamentos conforme Lebow. A empresa e a carreira se tornam praticamente uma religião para o vendedor, isso no sentido de promover satisfação espiritual do ego, verdades absolutas e sonhos de um futuro melhor. Por este motivo, questionar tais empresas na presença de seus vendedores é assinar um termo de rompimento de relacionamento. Esse é o sistema criado para libertar as pessoas das grandes corporações, e que diz promover tempo livre com a família para fazer o que dá prazer. Mas ficam aqui algumas perguntas: Como estas empresas também são grandes corporações, será que a busca pelo lucro é diferente? Qual é o conceito de tempo livre, uma vez que, não estão aprisionados em escritório, mas a marca esta colada nas almas? E o que realmente lhe dá prazer? Sendo que, agora o prazer é percorrer pelas trilhas do sucesso através de vendas e recrutamentos, não levando em conta a finitude do sistema e da vida.
Leandro Ortunes graduado em Comércio Exterior pelo UNIFIEO, mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), especialista em Relações Internacionais (FAAP), especialista em Ciências da Religião (PUC-SP) é membro do Grupo de Estudos de Comércio Exterior do UNIFIEO-GECEU. E-mail leandroortunes@uol.com.br

A “grande preocupação” de Lula é a repetição de 1989 (gov. Collor)

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“(Lula) comparou, de maneira indireta, o pré-candidato de oposição Eduardo Campos (PSB) ao ex-presidente Fernando Collor de Mello.” Folha de S. Paulo (19/03/14) p. A6.
A qual Collor o ex-presidente se referiu, pergunta o Nada Ingênuo Holandês Voador:
Ao que o PT rotulou de ladrão no episódio do “impeachment”, ou ao atual senador, “companheiro” de fé, canonizado pelo seu partido?

Não perca !!!

Copa do Mundo: Prioridade Nacional?

Fala sério

O Nada Ingênuo Holandês Voador duvida que se a Petrobras fosse uma empresa do Grupo Gerdau, seu presidente (Jorge Gerdau),

teria votado a favor da compra de refinaria por mais de um bilhão de dólares, sem conhecer os termos do negócio.

Por que terceirizar a gestão de estoque em poder de terceiros?

Marco César de Oliveira e Marcos Pinheiro

Quanto de recursos da empresa estão empregados nos estoques?
Há produto estocado em quantidade suficiente para atender a demanda do mercado? A empresa precisa expandir seus centros de distribuição? Como atender os prazos de entrega dos produtos?
Quem, Como, e Qual o Custo de controlar os estoques em poder de terceiro? Outros questionamentos podem ser feitos e as respostas destas questões e a possibilidade de terceirizar ou consignar os produtos em locais de terceiros é um dos motivos para as empresas pensarem em gestão de estoques estratégica.
A gestão se feita pela empresa requer atenção quanto a programação de produção e há variáveis importantes que, muitas vezes, são imprevisíveis, tais como: variações da demanda de produtos acabados, variação na oferta e preços de matéria prima, custo do espaço físico de armazenagem, restrições de circulação de veículos de entrega, entre outros.
Muitas empresas buscam a especialização em seus processos internos e uma importante é a terceirização do processo de armazenagem dos estoques, em parte ou no todo.
Os estoques em poder de terceiros podem ser em centros de distribuição próprio ou de terceiros, em alguns casos a opção é utilizar o espaço físico do cliente final.
Os estoques fora da empresa implicam a necessidade de controles que geram riscos para ela mesmo que contratualmente sejam de responsabilidade dos contratados. Riscos de quebras de estoques e não atendimento do cliente final, falta de controle de utilização cuja consequência é o não faturamento de estoques utilizados.
Terceirizar a gestão dos estoques em poder de terceiros pode ser uma solução, pois a empresa continuará a focar em suas ações de produção e venda. Os produtos alocados em locais fora da empresa ou em clientes para seu consumo e posterior faturamento, passam a ter uma empresa focada nos controles, processos de estoques e inventários periódicos. O resultado, na maioria dos casos, é de melhora nas informações, tempo de resposta e resultados.
A melhora nos controles permite identificar a posição de estoques e os produtos à disposição do cliente final. A empresa passa a usar esta ferramenta demonstrando também a capacidade de atender a necessidade de seus clientes e do próprio negócio.
O ideal é que este trabalho seja realizado periodicamente, uma vez que se trata de recursos significativos da empresa.
Há no mercado empresas especializadas na avaliação dos procedimentos de inventários e gestão dos estoques, que buscam a eficiência nesta gestão. Com visão externa e com a experiência acumulada poderão avaliar e sugerir procedimentos que aumentem os resultados.

Marco César de Oliveira sócio da Valorvest, economista pela PUC – SP e Contador com MBA em Gestão Empresarial pela FIA-SP é membro associado do Grupo de Estudos de Comércio Exterior e Relações Internacionais do UNIFIEO – GECEU – marco@valorvest.com.br
Marcos Pinheiro: Consultor associado da Valorvest , especialista em gestão e controle de estoques é membro associado do Grupo de Estudos de Comércio Exterior e Relações Internacionais do UNIFIEO – GECEU

EmidioEmídio de Souza é o presidente estadual do PT. A principal atribuição do seu cargo é coordenar a campanha dos candidatos do seu partido no estado de São Paulo. A eleição se aproxima e o ex-prefeito de Osasco está cada vez mais ausente. Seus companheiros, a começar pelo candidato a governador, fogem dele como o diabo foge da cruz. Têm receio de serem contaminados pela sua imagem negativa.
Não que Emídio tenha sido denunciado por qualquer delito. Longe disso. Mas há evidências que, no devido tempo, terão que ser explicadas:
Como o ex-prefeito vai justificar, por exemplo, que de sete de suas contas anuais, seis receberam parecer contrário do Tribunal de Contas do Estado, por sérias irregularidades?
Emídio sempre poderá responder que segue sendo “ficha limpa” porque a Câmara de Osasco rejeitou todos os pareceres do Tribunal de Contas e, em consequência, os processos foram arquivados. Bastaria, porém, a rejeição de apenas uma conta para que o ex-prefeito ficasse “ficha suja” e, em consequência, inelegível.
Qual Câmara aprovou suas contas, pergunta o Nada Ingênuo Holandês Voador?
A dos três abnegados vereadores da oposição ou a do rolo compressor que vota tudo que vem do executivo?
Os leitores já sabem que este blog é bem informado.
Fiquem atentos e logo saberão, pela mídia, os motivos que levam os candidatos do PT a afastarem da campanha o ex-prefeito de Osasco.
É a saída que encontraram para se defenderem do desgaste político enquanto cuidam de tirar o bode da sala.

O deputado Ricardo Berzoini, do PT de São Paulo, acaba de assumir o Ministério das Relações Institucionais que lhe garante posição de destaque na coordenação da campanha de Dilma.
Se você não se lembra, o Nada Ingênuo Holandês Voador refresca sua memória: Ministro da Previdência Social de Lula, o deputado inventou desumano processo de recadastramento no INSS que levou milhões de aposentados a frequentarem extensas filas no sereno da madrugada para não serem privados do pagamento do salário de fome que recebem mensalmente.
Já não me lembro quem é o autor da frase que o apelidou de “carrasco dos velhinhos”, à época, publicada na Folha de São Paulo.
Mas não é só.
Na condição de presidente do PT e um dos chefes da campanha – Dilma – 2010 – foi mentor da compra de dossiê forjado contra o candidato José Serra, por algo em torno de um milhão e meio de reais. Flagrados pela polícia com a mala de dinheiro vivo, em hotel de São Paulo, os quadrilheiros foram presos e logo anistiados por declaração de Lula que minimizou o episódio denominando os delinquentes de meros e inocentes “aloprados“.
Com a volta do ministro alguém duvida que o bando vem junto, agora, com mais desenvoltura? Know how e audácia não lhes faltam.
Já imaginaram o que vem por aí na campanha pela reeleição de Dilma?

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