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Assista ao vídeo. Osasco resiste. Vamos divulgar !!

Colegas Professores,

Confirmo os dados do e-mail que o Professor Henrique Peres (Coordenador do Curso de Engenharia) encaminhou aos Professores que atuam no Curso de Engenharia e aproveito para encaminhar aos demais colegas dos Cursos de Administração, Economia, Contábeis, Pedagogia e Música, com base na lista de e-mails que possuo.

Todos lamentamos profundamente a decisão tomada, denominada de “suspensão de atividades”, pela Direção e Conselheiros da FITO, aprovada por esse Grupo no último dia 11/08/2015 às 23:00h.

Reiteramos a importância de todos participarem dessa reunião agendada para esta sexta-feira, 14/08, onde definiremos as ações que nosso corpo docente adotará a partir desse encontro.

Segundo sabemos, a Direção da FITO, seguindo as determinações legais, estará nesta sexta feira tornando pública a decisão através de Edital que será publicado certamente informando o número de alunos, séries que cursam e cursos que serão disponibilizados para Instituições de Ensino Superior, interessadas por esse tesouro.

Mais uma vez lamento a necessidade de transmitir a cada um dos colegas essas péssimas informações.

Obs. A ATA correspondente à decisão do Conselho Administrativo da FITO encontra-se disponível em nossa sala.

Prof. Msc. Antonio Sérgio Vieira

Coordenação de Cursos e Assistente de Diretoria

FAC-FITO

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Anderson Amancio

Triste este nosso Brasil…

…..O Pais e a cidade de Osasco, ao meu ver,  se torna ainda mais pobre com decisões como esta. Pobre dos nossos comandantes…..dos partidos e da politica

 Lamentável

 Prof. Anderson Amâncio

 

De: Henrique Estanislau Maldonado Peres

Assunto: informe sobre a situação da FAC-FITO

Caros colegas da Engenharia,

Infelizmente as novidades não são boas.

Na última terça-feira o Conselho da FITO se reuniu para discutir a situação financeira da fundação como um todo e decidiu pelo fechamento imediato da FAC.

Ontem (quarta-feira) reunimos todos os alunos e professores do dia no auditório para informar aos alunos. Na sequência, os alunos ficaram discutindo a situação.

Ainda aguardamos até a próxima terça (dia 18/8) o comunicado oficial da Fundação, com mais detalhes. Achamos importante conversar com o alunos o quanto antes, para deixar claro o que sabemos e o que ainda não sabemos. Assim, por enquanto, convém seguir com as aulas.

Marcamos uma reunião geral de professores para esta sexta-feira, 14/8/2015, às 19:15h para discutirmos nossa situação.

Conforme eu tenha mais informações, vou divulgando.

Abraços,

Prof. Henrique Peres.

P.S. – Leia o post FAC-FITO: a 1ª vitória dos alunos, publicado neste blog (21/08/15)

Agradeço o prof. Walter Arante pelo email.

Fernando Gabeira*

Num dos fronts mais intensos no Brasil de hoje se trava uma luta entre a transparência e o segredo. No petrolão, na CBF e, sobretudo, no BNDES e algumas outras escaramuças.

Lula é um general do segredo e o PT, seu exército fiel. Só assim se pode interpretar a alegria coletiva que ele e o partido demonstraram, em Salvador, com a demissão de 400 jornalistas.Na história da esquerda no Brasil, mesmo antes do PT, os jornalistas sempre foram considerados trabalhadores intelectuais. Não estavam no mesmo patamar mítico do trabalhador de macacão, e eram respeitados. Um Partido dos Trabalhadores celebrando a demissão de trabalhadores é algo que jamais imaginei na trajetória da esquerda.Lula afirma que os jornais mentem, e parecia feliz com o impacto da crise, criada pelo governo petista, num momento da história da imprensa em que a revolução digital leva à necessidade de múltiplas plataformas. O argumento de que os jornais mentem não justifica, num universo de esquerda, festejar demissões de jornalistas. Por acaso Prestes achava que a imprensa dizia a verdade? Não creio que Prestes e o Partido Comunista fossem capazes de festejar demissões de jornalistas. O mais provável é que se solidarizassem com eles, independentemente de seu perfil político.

Gastando fortunas em hotéis de luxo, viajando em jatinhos de empreiteiras e ganhando fábulas por uma simples palestra, Lula perdeu o contato com a realidade. E a plateia do PT tende a concordar e rir com suas tiradas. Deixaram o mundo onde somos trabalhadores e mergulharam do mundo do nós contra eles, um espaço onde é preciso mentir e guardar segredos diante que algo arrasador: a transparência.

A batalha teve outro front surpreendente, desta vez no Itamaraty. O ministro diretor do Departamento de Comunicações e Documentação (DCD), João Pedro Corrêa Costa, tentou dar um drible na Lei de Acesso à Informação e proteger por mais alguns anos os documentos sobre BNDES, Lula e Odebrecht. Felizmente. o ministro fracassou. Mas no seu gesto revelou um viés partidário, até uma contradição com a lei.

Nos 16 anos de Parlamento, passei 15 e meio na oposição. O Itamaraty sempre me tratou de forma imparcial e gentil, independentemente da intensidade momentânea dos embates políticos. Agia como um órgão de Estado, e não de governo. Como as Forças Armadas, a julgar pela experiência que tive com elas.

O Itamaraty é produto de uma longa história se olharmos bem para trás, como fez Richard Sennett. Observando um quadro pintado em 1553, Sennett descreve como o surgimento da profissão de diplomata foi um avanço na História. Ele observa que com o surgimento da diplomacia se impõem novas formas de sociabilidade, fundadas não mais em código de honra ou vingança. No seu lugar entra uma espécie de sabedoria relacional baseada nos códigos de cortesia política.

No Congresso do PT em Salvador e no Itamaraty as forças do segredo travavam batalhas distantes no espaço, mas próximas no objetivo: esconder as relações de Lula com as empreiteiras e o BNDES. Não estão unidos apenas no objetivo, mas na negação dos seus princípios. Um diplomata tentando contornar a lei para proteger um grupo político, um Partido dos Trabalhadores festejando demissões em massa, tudo isso é sinal de uma época chocante, mas também reveladora.

A batalha da transparência contra o segredo estendeu-se à cultura. Venceu a transparência com a decisão do Supremo de liberar as biografias. E venceu num placar de fazer inveja à seleção alemã: 9 a 0.

Não canso de dizer como admiro alguns artistas que defenderam o segredo. Mas embarcaram numa canoa furada. E não foi somente a transparência que ganhou. A cultura ganhou novas possibilidades. Com a liberação de livros e documentários sobre brasileiros, uma nova onda produtiva pode enriquecer o debate.

Se examinamos o comportamento do BNDES e da própria Odebrecht, constatamos que têm argumentos para defender suas operações. Por que resistir tanto à transparência, como o governo resistiu até agora? E, sobretudo, por que ainda manter alguns documentos em sigilo?

Há muita coisa estranha acontecendo no Brasil. Todos se chocaram quando se constatou o tamanho do assalto à Petrobrás. Os corruptos da Venezuela, roubando dinheiro da PDVSA, a empresa de petróleo de lá, estavam lavando dinheiro no Brasil. A julgar pelo volume de dinheiro, o assalto por lá foi tão grande quanto o daqui.

O ministro do Itamaraty que quis ocultar documentos será esquecido logo. Lula, no entanto, já passa algumas dificuldades para explicar sua relação com as empreiteiras. E quanto mais se complica, mais estimula as centenas de pesquisadores, acadêmicos, escritores e cineastas que querem mostrar a História recente do País.

A batalha pela transparência nunca será ganha de uma só vez. De qualquer forma, a lei de acesso e a liberdade para as biografias são dois instrumentos.

Mesmo as pessoas mais indiferentes à roubalheira gostam de saber o que se está passando no País. Existe nelas, como em quase todos, aquela necessidade de mostrar que, apesar de sua calma, não são ingênuas.

Lula e o PT comemoram demissões nos jornais como se fossem as únicas plataformas críticas. A internet dá aos petistas, por meio dos robôs e compartilhamento entre militantes, uma falsa sensação de alívio. Na verdade, o avanço tecnológico apenas ampliou o alcance dos jornais. E encurtou o espaço da mentira. Como dizia um personagem de Beckett, não se passa um dia sem que algo seja acrescido ao nosso saber. E acrescenta: desde que suportemos as dores.

As dores da transparência são mais suportáveis que os males do segredo, tramas de gabinete, truques contábeis, roubalheira no escuro, conchavos nos corredores. Com a mesma alegria com que hoje festejam nossas demissões, celebraremos o dia em que forem varridos do poder.

*Fernando Gabeira é jornalista

 Agradeço à professora Sandra Petroncare pelo envio deste texto
Para guacu-piteri@ig.com.brAdd contact

Assunto Encerramento das Atividades da FAC-FITO

13/08/2015 10:02
Bom dia Guaçu. Td bem?
Sou aluno da Fac Fito e acompanhei algumas reportagens do seu blog, especialmente as que se tratavam da faculdade.
Bem, não venho com noticias boas, na terça-feira os conselheiros da faculdade fizeram uma reunião, onde decidiram por colocar um fim em todas as atividades da faculdade. Ontem a noite os professores acharam por bem, se reunirem com os alunos no auditório e comunicar está decisão. Eles não souberam informar muitos detalhes pois não foi passado tudo para eles.
Os alunos estão muito tristes e desesperados, pois ninguém sabe o que será feito conosco. Nós já tínhamos dado inicio as aulas do semestre, e esta noticia pegou todos de surpresa. Falo em nome de todos os alunos ao dizer que estamos nos sentindo humilhados, como se nosso comprometimento e esforço com os estudos não valesse a pena.
Na próxima terça-feira haverá uma nova reunião entre os conselheiros para decidir qual buraco eles vão nos colocar, e posteriormente na terça á noite eles vão nos comunicar oficialmente.
Achei por bem comunicar este fato a você, já que notei da sua parte um certo interesse com a nossa faculdade.
Acredito que você possa ter alguns contatos na faculdade, e poderia se aprofundar um pouco mais no assunto.
Agradeço pela atenção.
Gregory, um dos últimos alunos da FAC-FITO
P. S. – Caro Gregory
A notícia mais recente está no post “FAC -FITO – a 1ª vitória dos alunos” publicado neste blog (20/08/15)

Embora gostasse de política desde a infância e compreendesse a necessidade da exposição pública do político, procuro, sempre que possível, me afastar dos holofotes da mídia. O poder de prefeito e deputado não  me seduziu. O convívio da simplicidade da gente humilde, de onde saí para chegar aonde cheguei, segue sendo minha melhor lembrança. Até hoje não descobri o que pode me trazer mais felicidade e segurança do que a sinceridade do convívio  das pessoas pobres em posses, mas ricas em sentimento.

O ambiente da minha infância é o dos bairros da periferia, dos campos de futebol da várzea, do burburinho das quermesses, dos bailinhos em casas dos poucos vizinhos que, à época, tinham uma vitrola, dos “long playing” de boleros que, trazidos pelos paqueras, eram a senha para os futuros namoros…

Às vezes, bate no meu peito a saudade desses tempos e me dá pena dos nossos netos. Pode ser um saudosismo canhestro. Quem sabe? Contudo, eu tenho uma curiosidade. O que diriam os jovens de hoje se pudessem opinar a respeito?

Os avós estão proibidos de se manifestar. O que sentem… Eu sei.

– Qual é a boa?

– Eduardo Cunha e Collor foram denunciados pela Procuradoria Geral da República…

– E a ruim?

– Renan Calheiros e Gleisi Hoffmann, não foram.

“Bom dia professor
É com grande orgulho que lhe comunico que depois de ações que envolveram o Conselho Estadual de Educação, o Ministério Público e o Procon, nós alunos concluintes da FAC-FITO conseguimos que a Instituição permaneça aberta até o final deste período letivo, para os 140 alunos matriculados.
A permanência de funcionamento para o próximo ano, dependerá ainda, da continuidade da batalha nos órgãos citados, mas temos colegas dispostos a dar sequência nas ações.
O D.A. estava inativo e hoje já faremos uma reunião para o seu renascimento e com isso poderemos acompanhar de perto as ações do conselho diretor da Instituição.
Sem mais,
Regina Célia Garotti Barbosa”
Parabéns, Regina, a você e aos seus colegas, vítimas da injustiça e da prepotência. Nada mais justo do que exigir, pelo menos, a continuidade dos cursos até o final do ano letivo. Acomoda a situação dos alunos que terminam o curso este ano e garante aos demais o mínimo de tempo necessário para decidirem o que fazer daqui para a frente.
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