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Essa é boa

Pela roubalheira a Odebrecht concordou em pagar 6,7 bilhões de  reais, só de multa.

Atento, o Nada Ingênuo Holandês Voador comenta:

“Que dó da Odebrecht”

O trágico desastre da Chapecoense, que o mundo chora, trouxe ao noticiário outras tragédias de esportistas . Entre elas, a  do Torino, da Itália. Menos de um ano antes do desastre os  jogadores do Torino estiveram em Osasco.

Torino, o melhor time  italiano dos anos 1940,  esteve em São Paulo em julho de 1948. Nessa oportunidade os integrantes da delegação estiveram em Osasco, na Chácara de Attílio Fornasaro. Quando correu a notícia da visita dos jogadores, a criançada da vizinhança se pôs alvoroçada e tomou de assalto o pátio da mansão. Foi uma festa.Os craques italianos  confraternizaram com a molecada, fizeram “embaixadinhas” com uma bola de borracha e antes de se despedirem, fizeram questão de se fotografar conosco.

A tragédia

De regresso à Itália, o Torino continuou na sua trajetória vitoriosa até 7 de maio de 1949, quando, em desastre de avião, seus atletas e dirigentes encontraram a morte. A tragédia provocou uma comoção mundial. Em Osasco, duas dezenas de crianças tinham um motivo a mais para chorar a perda. A confraternização na chácara havia nos aproximado dos ídolos que, no nosso imaginário infantil, passamos a considerar amigos. À época, as fotos da poderosa equipe italiana, eram  por nós recortadas dos jornais e colecionadas com o nome dos atletas”: Bacigalupo, Ballarin, Tomá, Martelli, Rigamonte, Grezar, Monti II, Castigliano, Gabetto, Mazzola (capitão), Ossola e o técnico Marilno Sperone.

Unidos, na alegria  e na dor, somos mais fortes. Cantemos com os irmãos colombianos: “Vamos…vamos Chape! Vamos…vamos Chape! Vamos.. vamos Chape!”

 

 

 

Sobre estes anúncios

Ocasionalmente, alguns

Desligado do Quinze de Novembro, por insistência de um colega de classe e da república Maloca, José Carlos Maschietto, aceitei o convite para atuar por algum tempo no Capivariano, equipe profissional que disputava uma das séries inferiores do campeonato paulista.
Aos domingos, pela manhã, embarcava no trem do ramal da Sorocabana em Piracicaba. Almoçava na casa do seu Vitório, pai do meu colega, defendia a equipe de Capivari, regressava com o dinheiro que me pagavam. Não sei se pelo serviço prestado era pouco ou muito. Sei apenas que me bastava para as despesas da semana.
Nessa época, quando o amigo Vicente, motorista de caminhão que fazia a rota Osasco – Piracicaba chegava para me entregar o dinheiro da mesada amealhado com sacrifício pelo Elzo, o irmão que gerenciava o Bar do Povo, eu agradecia e mandava dizer que não precisava. Podia devolvê-lo à família, cujas dificuldades financeiras eram atrozes.
Numa das viagens de regresso de Capivari, à noite, entre os poucos passageiros que dormitavam no vagão escuro, aproximou-se uma moça que me deu o prazer da companhia. Falou-me que todo domingo viajava naquele horário. Retornava de visita à família, para o reencontro do marido com quem vivia em Piracicaba. Casada havia pouco tempo, não se acostumava longe da família. Viajava todos os fins de semana. Tinha saudade dos seus.
No domingo seguinte, encontrei-a de novo. Percebi que estava ansiosa pela minha companhia. Sentamo-nos, no mesmo lugar, conversamos com animação e sem cerimônia. Era como se já nos conhecêssemos de longa data. A atração recíproca e impetuosa levou-nos à troca de carícias e de beijos apaixonados, ali mesmo, no vagão vazio, mergulhado na penumbra.
Ao desembarcamos, subimos a Rua Quinze de Novembro, nosso caminho. Lembro-me de tê-la ouvido dizer que morava pelos lados do Bairro Alto, nas imediações da república Esplanada, alguns quarteirões acima da Maloca. Não me deu, entretanto, seu endereço nem disse se morava na Rua Quinze.
Quando me despedi e entrei, tive a sensação de que o portão, que eu havia tido o cuidado de fechar, abriu-se atrás de mim. Voltei-me e percebi que a companheira de viagem me estendia a mão para subir a escada e me seguir os passos. Naquela noite, ela me confidenciou que, apesar de pouco tempo de casada, não vivia bem com o marido. Por causa dessa confissão achei que me propunha uma relação duradoura.
No domingo seguinte, depois do jogo, despedi-me mais cedo dos anfitriões, e corri para a estação. Ao chegar não a vi. Entrei ansioso no mesmo vagão em que a conhecera: ela não estava. Percorri os vagões que, se bem me lembro, eram apenas três ou quatro e não a encontrei. Sentei-me no mesmo lugar do domingo anterior, na esperança de vê-la entrar, braços estendidos, correndo ao meu encontro. Ela não apareceu.
O trem moveu-se lentamente, enquanto eu esticava o pescoço para fora da janela. Fixei o olhar na estação que se afastava, mergulhando na penumbra. Ninguém na plataforma escura. A princípio, me senti inconformado. Mas, pensando bem, não havia motivo para frustração. Algum imprevisto deveria tê-la impedido de viajar. Algum motivo relevante, pensei, enquanto me recostava para cochilar. Era isso. Não podia haver outra explicação. No domingo seguinte, iríamos nos encontrar de novo e teríamos muito assunto para conversar.
Os domingos foram se sucedendo e nunca mais a encontrei naquelas viagens, cada vez mais longas e cansativas. Desistira de viajar? Mudara de horário com o intuito de me evitar? Mas por quê? Tudo acontecera espontaneamente. Não houve malícia, nem premeditação. Nada que justificasse sua ausência.
Nessa época, cheguei a faltar a algumas aulas e interromper horas de estudo para ficar na varanda da Maloca a espreitar a rua. Olhava atentamente quem vinha e quem ia, na esperança de vê-la passar. Às vezes, tinha a impressão de que a via, ao longe. De perto, percebia que era engano. Quando se deixam levar pelos impulsos do coração os sentidos se iludem.
Da varanda da Maloca meus olhos continuavam a se mover: primeiro à direita, para baixo, no rumo da estação da Sorocabana; em seguida, à esquerda, para cima, na direção da escola normal Sud Menuci. Por mais que procurasse, nunca a vi subindo ou descendo a Rua Quinze. Jamais voltei a encontrá-la. Assim, nunca hei de ter certeza a respeito de seus verdadeiros sentimentos, do seu destino e dos motivos que a levaram a se afastar de maneira tão estranha e inesperada.
Da relação fugaz, restou-me alguma recordação. Lembro-lhe o talhe: era esbelta; do semblante não me recordo, mas tenho a impressão que era loira; não sei dizer se era bonita, porém, delicadas e quase imperceptíveis estrias brancas davam-lhe, aos olhos, de tonalidade azul, brilho especial e vivacidade única. Parece-me que não era de muito falar, mas se expressava com os encantos do olhar e a malícia do sorriso. Não era triste embora demonstrasse certo sentimento de angústia.
Ah! Faltou-me revelar-lhe o nome: será que perguntei?… Será que me foi dito?

* Do livro Sonhar é Preciso – Comunidade e Política nos Tempos da Ditadura.
Guaçu Piteri – Edifieo (p. 87)

“Float like a butterfly and sting like a bee”
Você, caro leitor, que tantas vezes se emocionou com as proezas de Cassius Marcellus Clay bailando no ringue enquanto demolia, um a um, os gigantes do pugilismo da sua geração, não deve perder tempo lendo esta crônica. Com todo respeito, pode virar a página porque não é para você que ela é escrita. Concordo que a performance do gênio do boxe é inigualável. Mas eu seria tolo se não tivesse o alcance de compreender que esta narrativa nada acrescenta à estupenda biografia do grande atleta do século vinte. Tampouco tenho a pretensão de explicar o significado do título deste post, que traduzo: “Flutua como uma borboleta e agride como uma abelha”. Quem teve a oportunidade de vê-lo em ação tem plena consciência da felicidade dessa inspirada metáfora.
Sem qualquer pretensão de saber literário, que reconheço não ser minha seara, ouso aludir à genialidade de Fernando Pessoa que, para expressar a universalidade do seu pensamento, teve que imortalizar três heterônomos. Cassius Clay, por sua vez, para consolidar o compromisso em defesa da sua causa, enveredou por caminho análogo: Renunciou ao nome de batismo, marcado pelo estigma da sociedade escravagista em que foi criado e, corajosamente, assumiu nova identidade para denunciar as injustiças e humilhações atávicas sofridas pela sua raça. As consequências do seu compromisso foram devastadoras.
Muhammed Ali – nome escolhido pelo próprio personagem desta narrativa – preferiu renunciar à liberdade e à posição de prestígio e conforto para manter fidelidade ao combate em defesa da igualdade racial. Quando se negou a lutar na guerra do Vietnam, sob a alegação de fidelidade a princípios e convicções, foi despojado dos títulos de campeão mundial, condenado a cinco anos de prisão e acusado de covardia e traição à pátria. Ali respondeu com uma frase simples que acabou despertando a opinião pública dos Estados Unidos: “Não tenho nada contra esses vietcongues”.
Ao voltar aos ringues, anos mais velho, desacreditado e amargando penoso processo de ostracismo social, o gigante recuperou a heróica e inacreditável energia para surpreender o mundo e reconquistar o protagonismo como lenda do esporte. Ele próprio deve ter duvidado do seu extraordinário feito ao declarar que seu maior êxito fora a reconquista de seus três títulos mundiais. No ringue, sem dúvida, esse foi seu feito mais glorioso. Mas, na sua trajetória randômica, marcada por acertos, erros e contradições entre os extremos da paixão pelo boxe e do compromisso com as bandeiras sociais, o campeão escolheu seu lado: “O boxe não era nada. Não tinha importância. O boxe foi apenas o meio para me introduzir no mundo”.
O compromisso social, a seu juízo, foi a missão que veio cumprir na Terra.
Embora nunca tivesse parado de lutar, Muhammad Ali perdeu a batalha contra o mal de Parkinson. Morto aos 74 anos, foi sepultado em Luisville, Kentucky, como queria.
No cortejo fúnebre, havia casais de diferentes raças e até crianças mestiças, mas o sonho da igualdade racial está longe de ser realizado. Não asseguro que, grandes ativistas como Martin Luther King, Mandela e Muhammad Ali, deram a vida pela causa da igualdade, em vão. Prefiro acreditar que os versos de Bob Dyllan anunciam os ventos da esperança: “The answer, my friend, the answer is blowin’ in the wind.”

Eu estava deputado federal de primeiro mandato, à época em que apresentei um projeto que vinculava a aplicação de, no mínimo, três por cento da receita da União em ciência e tecnologia. A iniciativa, que contava com o apoio da comunidade científica e a simpatia da opinião pública, fora engavetada na Comissão que tratava do assunto. Novo no ofício, fui cobrar providência do presidente da Comissão:

– Ministro – era assim que todos, no Congresso, nos referíamos a Tancredo Neves – eu penso que, pela sua importância, o projeto de minha autoria merece prioridade…

Tancredo interrompeu-me o raciocínio:

– É quase uma hora… O colega aceita convite para o almoço?

Na churrascaria, após dizer que Ulysses Guimarães, seu velho companheiro, tinha por mim, grande estima e não poupava elogios ao meu desempenho como prefeito de Osasco, entrou no assunto que me levara a procurá-lo, em seu gabinete. Os argumentos de Tancredo Neves, não posso negar, eram convincentes. Começou por dizer que, embora ele próprio tivesse consciência da necessidade de aumentar significativamente os investimentos em tecnologia, relutava em acolher propostas de vinculação constitucional dos recursos públicos:

– As prioridades, afirmou, são muitas e se alteram rapidamente. Para responder às demandas sociais e às crises econômicas emergentes, a agenda política exige gestão eficiente e ágil. Nesse quadro é preciso muito cuidado para não engessar a administração.

Depois de seguir nessa linha de raciocínio, concluiu:

 – O excesso de emendas constitucionais, vinculando recursos, concedendo isenções, privilégios e subsídios pode levar o governo ao desequilíbrio fiscal.

Nesta altura da narrativa, o leitor deve estar curioso por saber a razão que me levou a relatar esse episódio adormecido na penumbra da minha memória desde 1975. Eu explico: Uma das pautas mais atuais e polêmicas em tramitação no Congresso Nacional, refere-se, exatamente, a essa matéria. A “votação da DRU (desvinculação das Receitas da União) é a ‘antessala’ da proposta de limitar o gasto público. Será um teste sobre a capacidade do governo de aprovar teto para as despesas”. (Painel da Folha de S. Paulo – 08/06/2016)

A seguir, a conversa derivou para o quadro político-institucional que me permitiu lamentarar que, usurpada pela ditadura militar do direito de sonhar e acreditar no sonho, minha geração, havia sido excluída da História. Tancredo, mais uma vez me surpreendeu ao argumentar que poucas gerações haviam herdado, a responsabilidade de protagonizar uma narrativa tão relevante para a liberdade e o estado de direito democrático.  À época, cheguei a duvidar de sua ilação, mas hoje percebo que  ele estava certo.

Despedi-me de Tancredo sem o apoio ao meu projeto, mas com duas lições que me foram de grande utilidade pelo resto da vida: O “NÃO”, sincero e bem explicado, é mais convincente do que o “SIM” demagógico e irresponsável e evitar a mentira é mais simples e vantajoso do que parece.

Lava Jato

Denunciada por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro (2003 a 2014), a deputada Jandira Feghali defendeu-se alegando que desconhecia a origem ilícita do dinheiro que pediu para sua campanha. O próprio autor da delação premiada encarregou-se de esclarecer: “O vice-presidente (Temer) e todos os políticos citados sabiam que a solicitação seria repassada a fornecedor da Transpetro através de minha influência direta.” Caso contrário teriam procurado diretamente a empresa doadora. (Folha de São Paulo, poder A5; 17/06/16).

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O CANDIDATO

Como já é tradição em Osasco, nos anos eleitorais os candidatos comparecem à procissão do padroeiro. Mostram a cara, estendem a mão, distribuem abraços e se deixam fotografar com conhecidos e crianças. Dezenas de candidatos acompanhavam a procissão que, seguindo pela Avenida Santo Antonio, passou em frente ao escritório político do deputado Celso Gíglio.
O espaço, na frente do escritório, decorado com esmero, exibia um poster com a imagem de Santo Antonio, o padroeiro, atrás de uma mesa que, coberta por uma toalha branca, era adornada por vasos com flores de diversas tonalidades.
O cenário trouxe-me à lembrança um fato que João Batista Piteri, meu primo, me contou há muitos anos. Inconformado com a situação de abandono de Itajobi, à época uma pequena cidade da araraquarense, o pároco resolveu candidatar-se a prefeito. Sua campanha, embora simples, foi arrebatadora. Na igreja, ele abordava o eleitor que prometia:
– O senhor tem meu voto… E os de minha família.
– Posso confiar?
– Padre?!!! Claro que pode…
Para selar o pacto, o sacerdote apontava o indicador na direção do santo padroeiro no alto do altar e sentenciava:
– Agora seu compromisso é com ele!
Mas a narrativa não termina aí. No dia da eleição aconteceu o desfecho da estratégia da campanha. O pároco mandou erguer um altar na frente da igreja e passou o dia saudando os eleitores. Cumprimentava a cada um, e, para que o sagrado compromisso não fosse esquecido, repetia o gesto apontando o dedo na direção do santo padroeiro.
O resultado da eleição? Como diria Élio Gaspari, este blog dá uma viagem de ida e volta ao Planeta Netuno para quem adivinhar.

Prefeito de Botucatu
Deodato, amigo, osasquense, responsável pelo PPS em nível estadual, insistiu:
– Convidei João Cury, o jovem prefeito de Botucatu para fazer uma palestra para nossos candidatos a vereador e nossa militância;
– Espera um pouco, Deodato. Estamos há apenas quatro meses da eleição e você me vem com a proposta de reunir vereadores, cabos eleitorais e a equipe que dirige a campanha majoritária de Osasco para participar de uma palestra?
– É isso mesmo, Guaçu. Eu já tive oportunidade de assistir a exposição do prefeito e posso lhe assegurar que é uma incrível aula prática de campanha municipal.
Embora preocupado com a oportunidade da reunião, devo confessar que o entusiasmo do colega dirigente do partido me convenceu. A palestra foi um sucesso e todos saíram do debate motivados e confiantes de que com a estratégia apresentada é possível enfrentar o poder econômico e a pressão da máquina política dos adversários.
Após a reunião convidei o Claudio, o Walter e o Orlandinho, para uma breve avaliação do encontro. A opinião dos três confirmou minha impressão. Houve duas coincidências fundamentais entre a nossa campanha e a do prefeito de Botucatu: Ambos os candidatos a prefeito começaram a campanha com menos de três por cento nas pesquisas e o programa multiplicativo de votos de Osasco, com algumas modificações foi aplicado, também, na eleição de Botucatu. A maioria dos candidatos à vereança do nosso partido já haviam aderido ao programa, mas os que ainda resistiam foram convencidos pelas palavras do prefeito de Botucatu.
Prefeito de Botucatu
Deodato, amigo, osasquense, responsável pelo PPS em nível estadual, insistiu:
– Convidei João Cury, o jovem prefeito de Botucatu para fazer uma palestra para nossos candidatos a vereador e nossa militância;
– Espera um pouco, Deodato. Estamos há apenas quatro meses da eleição e você me vem com a proposta de reunir vereadores, cabos eleitorais e a equipe que dirige a campanha majoritária de Osasco para participar de uma palestra?
– É isso mesmo, Guaçu. Eu já tive oportunidade de assistir a exposição do prefeito e posso lhe assegurar que é uma incrível aula prática de campanha municipal.
Embora preocupado com a oportunidade da reunião, devo confessar que o entusiasmo do colega dirigente do partido me convenceu. A palestra foi um sucesso e todos saíram do debate motivados e confiantes de que com a estratégia apresentada é possível enfrentar o poder econômico e a pressão da máquina política dos adversários.
Após a reunião convidei o Claudio, o Walter e o Orlandinho, para uma breve avaliação do encontro. A opinião dos três confirmou minha impressão. Houve duas coincidências fundamentais entre a nossa campanha e a do prefeito de Botucatu: Ambos os candidatos a prefeito começaram a campanha com menos de três por cento nas pesquisas e o programa multiplicativo de votos de Osasco, com algumas modificações foi aplicado, também, na eleição de Botucatu. A maioria dos candidatos à vereança do nosso partido já havia aderido ao programa, mas os que ainda resistiam foram convencidos pelas palavras do prefeito de Botucatu.